sexta-feira, 22 de maio de 2009

Marinho Pinto mostra realidade a Manuela Moura Guedes

Em entrevista dada hoje à TVI, Marinho Pinto, Bastonário da Ordem dos Advogados, foi, ele sim, violentamente “agredido” durante mais de 15 minutos, por parte da pseudo jornalista, que felizmente para todos nós, foi posta e reencaminhada para a realidade que ela própria tem vindo a ignorar. Marinho Pinto elucidou a Sra. Manuela Moura Guedes para o péssimo programa, que a mesma coordenada, e que tem vindo a difamar e injuriar quem quer que seja, baseando-se na sua insignificante mediocridade de concepção. São juízos erróneos que esta senhora faz, canalizando a sensatez exigida para níveis muito baixos, nunca mostrando isenção jornalística em nada.
A deturpação de informações e o malabarismo prorrogado nesta rede jornalística, indicia a falta de conhecimento básico do código deontológico, conforme afirmou, e muito bem, o Bastonário da Ordem dos Advogados. Espero agora, e depois da veemente argumentação de Marinho Pinto, que o Eduardo Moniz, venha mais uma vez, utilizando o seu tempo de antena, ler mais um comunicado de defesa dos seus serviços de sexta à noite, que começa a ser repetitivo.


Deixo-vos o vídeo com a última parte da entrevista.


Um abraço,



segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Haverá democracia nos grupos parlamentares?


Vou hoje, dia 6 de Outubro, opinar sobre um tema que tem estado em foco nos diversos meios da comunicação social.
A disciplina de voto contra casamentos homossexuais imposta ao grupo parlamentar do PS tem gerado grandes polémicas não só dentro do próprio grupo como de toda a oposição.
E, sinceramente, não é para menos.
Toda a conjuntura que está referenciada nesta situação está disforme, logo no intróito de como foi decorrida a votação para a existência de disciplina de voto.
Alberto Martins, o líder da bancada socialista, disse que a proposta da direcção parlamentar foi aprovada com 47 votos favoráveis e cerca de 20 votos contra.
Não nos podemos esquecer de um factor importante, o grupo é composto por 121 deputados, ou seja, muitos não estavam presentes na reunião no momento da votação…
Isto mostra um profundo mergulhar na intolerância e sectarismo, onde a liberdade de expressão e a consciência das pessoas (PS) não é levada em conta no parlamento. Acredito que qualquer militante de um partido deva seguir uma linha ideológica própria do partido, mas não deve ser levada ao extremismo. Ter autonomia de manifestação, com certa prevenção, deve ser a filosofia de todos os militantes dos diversos partidos. E ao que parece, visto de fora, tal não aconteceu. As cúpulas arrumaram a questão sem hipóteses para oposições. (volto a frisar: isto visto de fora)
Existiu, porém um privilegiado!
Na minha óptica existiu uma “experimental” forma de transpor a prática do pluralismo político, a direcção deu liberdade de voto ao ex. líder da JS Pedro Nuno Santos, uma vez que o rosto da campanha da JS nas legislativas de 2005 foi exactamente a de defender o casamento entre homossexuais. Digo experimental, porque não passa disso mesmo. Isto não é a prática de pluralismo, mas sim a tentativa do PARECER, o pluralismo é conivente da espontaneidade e naturalidade, não numa lógica de MOSTRAR ao outro.
Não sei que convergências e divergências existiram mas apenas “libertar” um deputado é deveras impensável. Quantos deputados estarão naquela bancada, que saíram à rua, lutaram pelos seus ideais e pelos objectivos comuns da JS em 2005? Ou será que a JS só era formada por Pedro Nuno Santos? Existem vários elementos da Bancada do PS que estiveram a lutar com as mesmas ambições que o líder da JS, naquele tempo. E será que não têm o mesmo direito a votarem?
Isso sim seria um acto de pluralismo.
No final de tudo ainda dizem que não se pode confundir disciplina de voto com ausência de democracia. (Líder actual da JS)
Então o que é isto? Um simbolismo de quê?
Aliás, gostava que ele explicasse o que é a disciplina de voto (a partir destas ocorrências) aos deputados que foram impedidos de votar consoante a sua consciência mas que abraçaram igualmente o processo "Uma mão cheia de ideias” em 2005.
Findo a minha dissertação com as palavras de António José Seguro;

“A liberdade de voto deve ser a regra na Assembleia da República e não a excepção”

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Cavalia chega a Oeiras

É verdade. O Grupo organizacional Cavalia está em Algés. É mais um brinde para todos os residentes do concelho, mais uma forma de mostrar o crescimento contínuo deste município que não pára de inovar.
Mas a questão desta opinião baseia-se no grande espectáculo que é a Cavalia. Toda a conjuntura em volta deste espectáculo, desde a publicidade ao mistério, cria uma vontade empolgante e extasiante de ter um lugarzinho na Tenda do passeio marítimo de Algés.
Pelo que sei, e sei pouco, Cavalia é um género circense requintado, onde mistura o toque da cavalaria com o domínio humano. A capacidade e rigor de estimular estes belos cavalos é de facto extremamente surpreendente, como deu para ver na reportagem de antestreia na Televisão, ainda por mais quando o maior chamariz, é o facto dos cavalos puro Lusitanos englobarem como figuras principais deste evento, onde existem mais de 300 equídeos em estábulo.
A história humana relata inúmeros casos de laços fraternais entre o homem e o cavalo, onde a magia que os enreda mostra a cumplicidade e o amor pelo outro, se juntar-mos a isso uma estrutura de audiovisuais com melodias épicas, poemas históricos, lendas heróicas e efeitos luminosos de abundantemente qualidade, conclui-se que estamos perante … CAVALIA.
Fazendo uma elucidação acerca dos bilhetes, tenho a dizer que são realmente algo exagerados, mas também não é um circo qualquer (sem tirar qualquer tipo de descrédito aos circos) … é uma arte culturista única de se ver, e para quem gosta e idolatra a história do homem-cavalo, deverá valer o esforço. Como sou um amante da narrativa da cavalaria, até utilizo pseudo-nickname deste tema (Bucéfalo), farei um pequeno esforço para me fazer deslocar amanhã, dia 3 de Outubro, a Algés.
Qualquer um de vós que assista a este espectáculo, sairá de lá, com certeza, com uma mentalização de que a vida é para ser vivida com amor, paixão e respeito pelo outro, só assim atingiremos o apogeu imaterial, tal como o cavalo tem, e sempre teve, para com o homem!

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Dia Nacional da Água




Hoje, dia 1 de Outubro, é comemorado o dia Nacional da água. Pergunto, sem ironias, se existe realmente motivos para celebrações acerca deste pilar da génese da vida?
A teoria da escassez da água não vem de agora, já é fundamentada por especialistas há largos anos, mas os cidadãos de todo o mundo fogem a sete pés desta realidade.
A meu ver, deveria existir uma maior consciencialização do conceito de desenvolvimento sustentável. Digo isto com algum conhecimento de causa, pois as Nações Unidas já referem este conceito há largos anos, e mais, antes do consenso deste relatório já existiam conversações elaboradas para “inquietar” as pessoas sobre este tema, no apelidado Clube de Roma. Por isso, o desafio já foi lançado, bastante a tempo de criar segurança Global, mas bastante tardio a mentalizar as pessoas.
Se em qualquer lugar questionarmos as pessoas sobre o Conceito de desenvolvimento sustentável, mais de 70% não saberá o que dizer, ouviram as mais bárbaras respostas.
Afinal, pergunto a vós, o que é o DS?
É tão simples amigos.
Na óptica de senso comum, capaz de ser interiorizado por todos, o DS não é mais do que criar condições às nossas gerações futuras para que consigam perdurar, tal como (por enquanto) nós vamos perdurando.
Os meus avós não se lembram com certeza de dissipar litros de água durante o seu “longo” banho matinal. Pois a água disponível nos baldes era previamente dividida por todos os familiares até à última gota. Resumindo, os meus antepassados é que praticavam a politica de DS, sem saberem o seu significado.
A minha consciencialização foi apurada com uma simples visita a uma Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR), onde o operário exemplificou o custo que é necessário para remover um simples nódulo de cabelo que a “Rita”, com a pressa de ir tomar o café, deitou na sanita. Um simples cotonete consegue entupir as grelhas de passagens numa das condutas, obrigando à paragem da corrente de água e por conseguinte à paragem do tratamento, e o desperdício de água que não é possível acumular mais.
O DS mexe com 3 grandes sustentáculos que devem exercer uma correlação muito próxima entre eles, isto que dizer que ao mexer num deformo os outros dois: o desenvolvimento social, o desenvolvimento económico e a protecção ambiental.
Vamos consciencializar na nossa casa o DS, para amanhã os nossos familiares consciencializarem os colegas do trabalho, para depois de amanhã os colegas de trabalho consciencializarem os seus familiares. Para pensarmos Global e agirmos local.
Para findar, coloco aqui a estatística feita pelo INE, que mostra uma percentagem de desperdício de água na casa dos 51%, na cidade do Porto.
Haverá motivos para celebrações da água, quando querem acabar com ela?

terça-feira, 30 de setembro de 2008

A criação da espontaneidade de alvitrar

Este blog tem um sentido de criação algo dicotómico. A primeira razão prende-se com o facto de renascer o gosto pela troca de ideias sem rodeios nem obstáculos, a chamada “Liberdade de Expressão”, a segunda é o intuito de “amamentar” uma área de diálogo espontâneo, falar do irrisório e trivial ao sério e actual, sempre com a grandeza de fluir em palavras que surgem do mais intenso de nós. Espero assim, momentos de convívio virtual, descobertas novas e diálogos consensuais (ou não) com muitos outros bloguistas.
Vou tentar opinar sobre os variadíssimos temas mediáticos, fugindo por vezes a parcelas “menos sérias”, para que se consiga manter um equilíbrio temático heterogéneo.