sexta-feira, 22 de maio de 2009

Marinho Pinto mostra realidade a Manuela Moura Guedes

Em entrevista dada hoje à TVI, Marinho Pinto, Bastonário da Ordem dos Advogados, foi, ele sim, violentamente “agredido” durante mais de 15 minutos, por parte da pseudo jornalista, que felizmente para todos nós, foi posta e reencaminhada para a realidade que ela própria tem vindo a ignorar. Marinho Pinto elucidou a Sra. Manuela Moura Guedes para o péssimo programa, que a mesma coordenada, e que tem vindo a difamar e injuriar quem quer que seja, baseando-se na sua insignificante mediocridade de concepção. São juízos erróneos que esta senhora faz, canalizando a sensatez exigida para níveis muito baixos, nunca mostrando isenção jornalística em nada.
A deturpação de informações e o malabarismo prorrogado nesta rede jornalística, indicia a falta de conhecimento básico do código deontológico, conforme afirmou, e muito bem, o Bastonário da Ordem dos Advogados. Espero agora, e depois da veemente argumentação de Marinho Pinto, que o Eduardo Moniz, venha mais uma vez, utilizando o seu tempo de antena, ler mais um comunicado de defesa dos seus serviços de sexta à noite, que começa a ser repetitivo.


Deixo-vos o vídeo com a última parte da entrevista.


Um abraço,



2 comentários:

Fernanda Martins disse...

Ora estou inteiramente de acordo.
Esta senhora já devia ter levado mais respostas destas á já algum tempo. Ainda bem que alguem sem papas na lingua a deixou de boca aberta ( bem ela também tem dificuldade em a fechar ) Mas dizia eu se alguns entrevistados já a tivessem deixado a falar sózinha ela já teria metido a viola no saco e tinha - se dedicado á suinicultura..
Parabéns pelo comentário
Um bjo
F.M

Bartolomeu Dias disse...

Duas constatações: O rigor crítico da auto-definição,quiçá excessivo; e alguma condescendência, até, com a srª jornalista(?).
Marinho Pinto mostrou afinal que os portugueses não são todos um rebanho de cobardes,que se refugiam na sua defesa, fugindo à verdade, pelo medo de outras agressões.
Afinal, até pelos comentários, nos diversos blogs e e-notícias, se percebe que todo um país queria dizer, a esta pseudo-jornalista, que ouvia com algum asco o auto-retrato que verbalizava semana a semana acerca de tudo e todos.
Distorcer, impunemente maquinar e enxovalhar, está decerto fora da deontologia de qualquer jornalista. Nem precisa de ser bom para tanto.
Afinal o país, neste dia, foi quase em cada um, aquele Marinho Pinto. O mesmo que nem sempre nos identifica, mas que nos mostrou a obrigação de sermos mais que simples "carneiros".
E.M.