É verdade. O Grupo organizacional Cavalia está em Algés. É mais um brinde para todos os residentes do concelho, mais uma forma de mostrar o crescimento contínuo deste município que não pára de inovar.Mas a questão desta opinião baseia-se no grande espectáculo que é a Cavalia. Toda a conjuntura em volta deste espectáculo, desde a publicidade ao mistério, cria uma vontade empolgante e extasiante de ter um lugarzinho na Tenda do passeio marítimo de Algés.
Pelo que sei, e sei pouco, Cavalia é um género circense requintado, onde mistura o toque da cavalaria com o domínio humano. A capacidade e rigor de estimular estes belos cavalos é de facto extremamente surpreendente, como deu para ver na reportagem de antestreia na Televisão, ainda por mais quando o maior chamariz, é o facto dos cavalos puro Lusitanos englobarem como figuras principais deste evento, onde existem mais de 300 equídeos em estábulo.
A história humana relata inúmeros casos de laços fraternais entre o homem e o cavalo, onde a magia que os enreda mostra a cumplicidade e o amor pelo outro, se juntar-mos a isso uma estrutura de audiovisuais com melodias épicas, poemas históricos, lendas heróicas e efeitos luminosos de abundantemente qualidade, conclui-se que estamos perante … CAVALIA.
Fazendo uma elucidação acerca dos bilhetes, tenho a dizer que são realmente algo exagerados, mas também não é um circo qualquer (sem tirar qualquer tipo de descrédito aos circos) … é uma arte culturista única de se ver, e para quem gosta e idolatra a história do homem-cavalo, deverá valer o esforço. Como sou um amante da narrativa da cavalaria, até utilizo pseudo-nickname deste tema (Bucéfalo), farei um pequeno esforço para me fazer deslocar amanhã, dia 3 de Outubro, a Algés.
Qualquer um de vós que assista a este espectáculo, sairá de lá, com certeza, com uma mentalização de que a vida é para ser vivida com amor, paixão e respeito pelo outro, só assim atingiremos o apogeu imaterial, tal como o cavalo tem, e sempre teve, para com o homem!
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